Inteligência artificial: quais os cargos em alta e os salários do mercado?

Inteligência Artificial

Estudo da Michael Page aponta que demanda por profissionais do segmento aumentou 39% no primeiro quadrimestre de 2024 Com o avanço da inteligência artificial e de sua aplicação em diferentes áreas de negócios, aumenta a demanda por profissionais especializados na utilização desse tipo de tecnologia. Uma pesquisa realizada pela consultoria Michael Page mostra que as contratações de profissionais especializados em inteligência artificial aumentaram 39% nos primeiros quatro meses deste ano em comparação com o quadrimestre inicial de 2023. A pesquisa foi realizada com base em um levantamento realizado de novembro a dezembro do ano passado com 5.354 profissionais da Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Peru e Panamá Segundo esse levantamento, entre as profissionais que mais se destacaram em termos de oportunidades de vagas ao longo desse período são cientista de dados, especialista em cibersegurança de IA, engenheiro de automação inteligente, head de transformação digital e engenheiro de machine learning. Qual é o salário dos profissionais de inteligência artificial? A pesquisa da Michael Page também avaliou qual é a média salarial dos profissionais especializados em inteligência artificial.Considerando os cargos de maior demanda, a média salarial dos especialistas em IA pode variar de R$ 15 mil a R$ 32 mil. Veja, abaixo, os cargos de inteligência artificial que mais tem gerado demanda por profissionais, por parte das empresas e seu respectivo escopos de trabalho e média salarial: Head de transformação digital Profissional responsável por liderar os esforços das empresas na adoção e implementação de tecnologia digital em todos os seus processos, produtos e serviços. Média salarial: de R$ 27 mil a R$ 32 mil Engenheiro de Prompt Responsável por desenvolver e aprimorar sistemas de conversação baseados em IA (chatbots e assistentes virtuais) bem como pelo desenvolvimento de modelos de linguagem, testes e otimizações. Média salarial: de R$ 16 mil a R$ 21 mil Especialista em Cibersegurança de IA Profissional que atua na proteção de sistemas de IA e aprendizado de máquina contra ameaças cibernéticas. Média salarial: de R$ 18 mil a R$ 24 mil Engenheiro de Automação Inteligente Responsável por projetar, implementar e otimizar sistemas de automação por meio de tecnologias como Internet das Coisas (IoT), análise de dados, inteligência artificial e robótica. Média salarial: de R$ 17 mil a R$ 24 mil Engenheiro de Machine Learning Profissional responsável por projetar e implementar sistemas de aprendizado de máquina em diversas aplicações. Média salarial: de R$ 19 mil a R$ 23 mil Cientista de Dados Responsável pela interpretação de dados para a criação de sistemas inteligentes que automatizem processos, elaborem previsões e auxiliem as tomadas de decisões estratégicas. Média salarial: de R$ 15 mil a R$ 21 mil FONTE: https://www.meioemensagem.com.br/proxxima/inteligencia-artificial-quais-os-cargos-em-alta-e-os-salarios-do-mercado

Com IA, Meta supera estimativas de crescimento em publicidade

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Com IA, Meta supera estimativas de crescimento em publicidade Por Advertising Age A Meta Platforms Inc. relatou vendas melhores do que o esperado para o segundo trimestre, oferecendo evidências de que os grandes investimentos da empresa em inteligência artificial estão ajudando a vender anúncios mais direcionados e personalizados. As ações subiram quase 10% nas negociações tardias. A empresa controladora do Facebook e Instagram relatou vendas de US$ 39,1 bilhões para o trimestre encerrado em 30 de junho, em comparação com as estimativas dos analistas de US$ 38,34 bilhões, segundo dados compilados pela Bloomberg. A empresa diz que tem usado IA para melhorar a forma como os anúncios encontram usuários interessados, aumentando a eficiência ao seu negócio mais lucrativo. A Meta espera vendas para o trimestre atual de US$ 38,5 bilhões a US$ 41 bilhões, em comparação com a projeção média de US$ 39,2 bilhões. Enquanto isso, a Meta tem investido muito em centros de dados e poder de computação, à medida que o CEO, Mark Zuckerberg, luta por uma posição de liderança na corrida da IA. A Meta ajustou suas projeções de despesas de capital para o ano, estabelecendo uma nova faixa de US$ 37 bilhões a US$ 40 bilhões, aumentando a extremidade inferior da faixa em US$ 2 bilhões. A empresa está investindo em grandes modelos de linguagem, a tecnologia que sustenta os chatbots de IA. Recentemente, a empresa revelou seu maior modelo até o momento, que Zuckerberg disse ter custado centenas de milhões de dólares em poder de computação. Os investidores têm procurado sinais de impacto positivo nos negócios de todos esses gastos, especialmente depois que a Meta investiu bilhões em outro projeto de paixão de Zuckerberg – uma série de mundos virtuais conhecidos como metaverso – sem gerar muito retorno. Em um comunicado à imprensa na quarta-feira, Zuckerberg disse que o chatbot da Meta, Meta AI, está no ritmo para se tornar o chatbot mais usado no mundo até o final do ano. Ainda assim, Zuckerberg tem pedido paciência aos investidores e disse em abril que “investidores inteligentes” veriam as promessas de longo prazo dessa tecnologia, mesmo que os retornos financeiros estejam a anos de distância. “Acho que há uma chance significativa de que muitas das empresas estejam ‘superconstruindo’ agora, e que você olhe para trás e diga: ‘oh, talvez todos tenhamos gasto alguns bilhões de dólares a mais do que precisávamos’”, disse Zuckerberg à Bloomberg no início deste mês. “Por outro lado, realmente acho que todas as empresas que estão investindo estão tomando uma decisão racional, porque a desvantagem de ficar para trás é que você fica fora de posição para a tecnologia mais importante dos próximos 10 a 15 anos”. Fonte: https://www.meioemensagem.com.br/midia/ia-meta-crescimento-publicidade

Google volta atrás e desiste de acabar com cookies de terceiros

fIm dos cookies do google

Após receber críticas em relação ao Privacy Sandbox, Google revisa estratégia e planeja dar mais controle sobre os dados e poder de escolha ao usuário Na segunda-feira, 22/07, o Google apresentou uma alternativa ao projeto de descontinuar o uso de cookies de terceiros no navegador Chrome. Em comunicado oficial, a big tech anuncia que adotará uma nova abordagem em relação aos dados, pois reconhece que a transição para uma realidade sem dados de terceiros exige esforços e impacta todo o mercado de publicidade online. Em vez de dar fim aos cookies, o Google quer oferecer o poder de decisão ao usuário. A partir de uma nova solução – ainda em definição – os usuários poderão fazer uma “escolha informada” em relação a sua navegação na internet. Ou seja, os usuários decidirão o que compartilhar de sua presença online e rever essa escolha em outros momentos. A big tech ainda estuda como implementar essa solução e diz estar em contato com reguladores para discutir abordagens adequadas. Adicionalmente, o Google planeja introduzir soluções para proteção de propriedade intelectual no modo de navegação anônima. Google enfrentou críticas em iniciativa que visava substituir o uso de cookies Ao iniciar o projeto de fim dos cookies, o Google apresentou a iniciativa Privacy Sandbox, cujo intuito era trazer uma nova forma de endereçar a publicidade digital sem revelar dados individuais do usuário. O Privacy Sandbox contou com a colaboração de diferentes segmentos do mercado, incluindo organizações reguladoras, mas recebeu críticas por falhas, pressão de adtechs, de publishers, entre outros. Tais movimentos fizeram com que a big tech adiasse o fim dos cookies. Com previsão de início para 2020, foi somente neste ano que a empresa deu início ao processo de eliminação dos cookies de terceiros, começando por um percentual pequeno da base de usuários do Chrome. No comunicado divulgado nesta segunda-feira, 22, a big tech reconhece que “esta transição exige um trabalho significativo por parte de muitos participantes e terá um impacto nos publishers, nos anunciantes e em todos os envolvidos na publicidade online”. Porém, o Privacy Sandbox não será descontinuado. O Google segue investindo na solução e espera que o desempenho da iniciativa melhore com o tempo e conforme for ganhando aderência no mercado. “Somos gratos a todas as organizações e indivíduos que trabalharam conosco nos últimos quatro anos para desenvolver, testar e adotar o Privacy Sandbox. E à medida que finalizarmos esta abordagem, continuaremos a consultar a CMA (Autoridade de Concorrência e Mercados do Reino Unido), a ICO e outros reguladores a nível mundial. Esperamos continuar a colaboração com o ecossistema na próxima fase da jornada para uma web mais privada”, concluiu a big tech. fonte: https://www.meioemensagem.com.br/midia/google-encerra-projeto-fim-cookies-de-terceiros

Gestão de processos eficaz reflete em negócios

GESTAO DE PROCESSOS

A gestão de processos desempenha um papel crucial em vários aspectos do negócio. Ela permite que as empresas identifiquem ineficiências em suas operações A falta de uma abordagem sistemática pode resultar em uma série de desafios e impactos negativos no negócio, afetando a competitividade no mercado. Empresas sem um planejamento estruturado podem enfrentar ineficiências operacionais, perda de oportunidades de inovação e dificuldades para se destacar frente à concorrência, evidenciando a importância de uma gestão estratégica e integrada. Todo empreendedor, esteja na área de prestação de serviços ou produção e venda de produtos sabe que é imprescindível adotar processos para que seu negócio funcione como um relógio, sobretudo para assegurar qualidade, pontualidade e eficiência. A falta de uma abordagem sistemática pode resultar em uma série de desafios e impactos negativos no negócio, afetando a eficiência, a adaptabilidade, a qualidade e a competitividade da empresa. Para Caio Faria, especialista em gestão de processos, com formação pela PUC – Goiás, “esse sistema cria saúde nas empresas, que muitas vezes têm seus lucros diluídos por processos ineficientes. A gestão de processos desempenha um papel crucial em vários aspectos do negócio. Ela permite que as empresas identifiquem ineficiências e gargalos em suas operações, o que possibilita a otimização dos fluxos de trabalho, a redução de custos e o aumento da produtividade. Além disso, o método torna mais fácil identificar áreas que precisam de ajustes e facilita a implementação de mudanças ágeis”, afirma. A Associação Brasileira de Provedores de Serviço de Apoio Administrativo (Abrapsa) publicou um panorama sobre a área de terceirização de processos de negócio com números atualizados sobre o setor. No levantamento, a entidade aponta que o setor, também conhecido como Business Process Outsourcing (BPO), teve crescimento de emprego de 149% entre 2010 e 2021, 11 vezes superior ao do total da economia, que registrou 13%. Ferramenta vital para o sucesso e a sustentabilidade de qualquer negócio, as empresas que adotam essa abordagem colhem os benefícios da eficiência, qualidade e agilidade, ao mesmo tempo em que se mantêm competitivas no mercado em constante mudança. “É preciso ter um olhar cuidadoso na satisfação dos membros da equipe, seja com métodos onde melhoramos a ergonomia tanto quanto em processos de horizontalizar a tomada de decisão dando mais poder às pessoas para que sintam responsáveis pelos resultados como um todo e não apenas em suas funções”, destaca Caio. Outro aspecto importante é a melhoria da qualidade. O gerenciamento eficaz de processos implica em padronizações e controles que resultam em produtos ou serviços de melhor qualidade. Ao documentar e gerenciar processos de forma sistemática, as empresas podem identificar riscos operacionais e tomar medidas para mitigá-los, garantindo a continuidade dos negócios. O especialista complementa dizendo que a falta de gestão de processos pode resultar em vários impactos negativos. “Empresas que não adotam uma gestão de processos eficaz ficam em desvantagem competitiva. Elas têm dificuldade em se adaptar às demandas do mercado, lançar produtos ou serviços inovadores e manter uma posição sólida no setor”. Por fim, a gestão de processos é essencial para a sustentabilidade a longo prazo de uma empresa, ajudando a reduzir o desperdício, minimizar o impacto ambiental e garantir que a empresa opere de maneira ética e socialmente responsável. “Processos mais eficientes e verdes têm sido um atributo de venda para uma boa parte da população, principalmente a de alta renda”, diz o especialista.

Atendimento autônomo com IA pode reduzir custos operacionais

Soluções de IA estão entre as tendências do chamado “novo mercado”; fundador da Ultraqualify explica como o atendimento autônomo com IA pode reduzir custos operacionais oluções de IA estão entre as tendências do chamado “novo mercado”; fundador da Ultraqualify explica como o atendimento autônomo com IA pode reduzir custos operacionais As soluções relacionadas à Inteligência Artificial (IA) estão entre as tendências do chamado “novo mercado”, como mostra uma pesquisa compartilhada pelo Data Centre Dynamics. A inovação é uma alternativa para diversas áreas de uma empresa como, por exemplo, o setor de atendimento. Recentemente, uma publicação do Portal do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) revelou que o atendimento é considerado um ponto essencial tanto para empreendedores que atuam como microempreendedores individuais (MEIs) quanto para empresas de maior porte. Nessa conjuntura, Renan Lima, fundador da Ultraqualify, empresa que oferece soluções de qualificação de leads e automação de vendas para empresas B2B, conta que o serviço de atendimento autônomo com IA é uma solução para empresas de diversos setores, permitindo melhorar a experiência do cliente, reduzir custos operacionais e aumentar a eficiência geral do atendimento. “Com a personalização, escalabilidade e suporte contínuo, as empresas podem integrar uma tecnologia de maneira eficaz e aproveitar os benefícios tangíveis de uma operação mais automatizada e inteligente”, afirma. Segundo Renan Lima, o atendimento autônomo com IA pode reduzir custos operacionais de uma empresa de diversas formas: Redução da necessidade de equipe extensa: ao automatizar até 80% das interações de atendimento, a empresa pode operar com uma equipe menor, diminuindo os gastos com salários, treinamento e gestão de pessoal;Disponibilidade 24/7: em alguns casos, a IA pode oferecer suporte contínuo sem a necessidade de turnos de trabalho, eliminando custos adicionais associados a horários noturnos ou de fim de semana;Respostas rápidas e precisão: com algoritmos avançados de processamento de linguagem natural (NLP), a IA pode responder de maneira rápida e precisa, melhorando a eficiência e reduzindo o tempo de atendimento;Integração de múltiplos canais: a centralização de plataformas como ERP, CRM, WhatsApp, Instagram e Facebook Messenger em uma única interface reduz a complexidade e o custo de gerenciar múltiplos canais de atendimento;Menos erros e repetições: a automação pode diminuir a incidência de erros humanos e a necessidade de retrabalho, proporcionando uma experiência de atendimento mais eficiente e consistente;Escalabilidade: em alguns casos, é possível contar com uma solução de IA escalável, permitindo que a empresa aumente sua capacidade de atendimento sem a necessidade proporcional de aumentar a equipe, o que pode ser útil durante picos de demanda.Adesão à IA oferece benefícios De acordo com Renan Lima, o atendimento autônomo com IA é uma opção para empresas que querem reduzir o tempo de espera com respostas imediatas às consultas dos clientes, dispensando o atendente humano. “A modalidade ajuda a aumentar a eficiência operacional ao gerenciar um volume maior de consultas com menos recursos humanos”, explica. “Além do mais, a disponibilidade constante e a rapidez nas respostas aumentam a satisfação e a lealdade dos consumidores”, completa. Segundo o fundador da Ultraqualify, a IA ajuda o negócio a focar em casos complexos: “A equipe de atendimento pode concentrar-se em resolver problemas que requerem um toque humano, enquanto a IA lida com questões rotineiras”, detalha. Ferramentas e estratégias podem ajudar empresas de diversos setores Renan Lima destaca que um serviço de atendimento autônomo com IA pode ser adaptado a diferentes setores para melhorar a eficiência e a qualidade do atendimento ao cliente. O empresário explica que o uso de um serviço de atendimento autônomo com IA pode ser utilizado por empresas de diversos segmentos, como e-commerce, serviços financeiros, setor de saúde, educação e telecomunicações. Ele lista alguns exemplos a seguir: E-commerceUma loja on-line que vende eletrônicos e quer melhorar o atendimento ao cliente, especialmente fora do horário comercial, pode contar com o serviço de atendimento autônomo para: Responder perguntas frequentes sobre produtos, políticas de devolução, status de pedidos e fornecimento de assistência técnica básica a qualquer hora do dia;Usar o sistema para se conectar ao site da loja, aplicativos de mensagens como WhatsApp e redes sociais.Serviços financeirosPara um banco que deseja melhorar a eficiência do atendimento ao cliente: Oferecer opção de consultar saldos, verificar transações recentes, solicitar emissão de boletos e realizar transferências entre contas utilizando o serviço autônomo;Fazer a integração com ERP e CRM para acessar informações detalhadas do cliente e histórico de transações.Setor de saúdeCom a modalidade, uma clínica médica que deseja fornecer informações rápidas e precisas aos pacientes fora do horário pode usar o atendimento autônomo para: Agendar ou cancelar consultas, verificar horários disponíveis e receber lembretes automáticos;Disponibilizar informações sobre serviços: respostas automáticas a perguntas frequentes, preparações para exames, políticas de seguro e horário de funcionamento.EducaçãoA IA pode ajudar instituições de ensino que querem melhorar o suporte aos alunos e candidatos, possibilitando: Suporte ao aluno com respostas a perguntas frequentes sobre cursos, processos de inscrição, prazos de matrícula e requisitos de admissão;Ajudar com assistência técnica para problemas de login, navegação no portal de alunos e uso de plataformas de e-learning.TelecomunicaçõesPara concluir, o fundador da Ultraqualify conta que, com a IA, é possível trabalhar para a resolução de problemas comuns, como: Assistência automatizada para solucionar problemas de conectividade, configuração de dispositivos e reinicialização de serviços;Auxílio aos clientes que precisam verificar e pagar contas, alterar planos de serviço e atualizar informações de contato.

Neurociência ajuda a destacar empresas no mercado

Neurociencia

São José dos Pinahis, Paraná 30/7/2024 – Investir em neurociência pode ser uma vantagem, permitindo uma compreensão mais profunda dos clientes e uma adaptação mais rápida às mudanças do mercado A neurociência está revolucionando o mundo dos negócios ao oferecer insights sobre o comportamento humano. Compreender como o cérebro processa informações e toma decisões permite criar estratégias de marketing mais eficazes, melhorar a gestão de equipes e otimizar produtos e serviços. Aplicar neurociência nos negócios é uma necessidade para empresas que desejam se destacar no mercado atual Em um mundo cada vez mais competitivo e complexo, as empresas buscam constantemente diferenciais para se destacar no mercado. Nesse contexto, a neurocientista Carla Tieppo, pioneira na aplicação da neurociência no ambiente empresarial, destaca que a neurociência surge como uma ferramenta que ajuda a desvendar os mecanismos cerebrais que norteiam as decisões humanas, abrindo oportunidades para ações empresariais. A neurociência, que estuda o sistema nervoso e as funções cerebrais, oferece insights sobre como as pessoas tomam decisões, processam informações e respondem a estímulos. No contexto empresarial, esses conhecimentos podem ser aplicados em diversas áreas, desde o marketing até a gestão de equipes, passando pelo desenvolvimento de produtos e serviços O pesquisador e doutor em Ciências da Comunicação Diogo Kawano realizou o estudo Métodos de Neurociência Aplicados à Publicidade: Uma Apresentação do Eletroencefalograma (EEG), Ressonância Magnética Funcional (fMRI) e Eyetracking. O objetivo foi entender como os estímulos visuais e auditivos ativam determinadas áreas do cérebro e como as empresas podem criar campanhas publicitárias mais eficazes. O estudo elucida que as técnicas de neuromarketing, utilizando ferramentas como a ressonância magnética funcional e eletroencefalografia, permitem analisar as respostas cerebrais a diferentes estímulos. Isso ajuda a identificar quais elementos causam maior impacto emocional e motivam a ação de compra. A doutora em Neurociência Thais de M. Gameiro Marques discorre em seu site sobre a aplicação da neurociência no ambiente corporativo. Ela demonstra como a neurociência pode aprimorar a gestão de equipes, melhorando a comunicação, motivação e bem-estar dos colaboradores. Compreender os processos cerebrais é fundamental para criar ambientes de trabalho mais saudáveis. Técnicas como mindfulness e meditação são destacadas por Thais como ferramentas eficazes para líderes enfrentarem a pressão e tomarem decisões racionais. Além disso, Marques destaca que a aplicação da neurociência nos negócios não se limita apenas às grandes corporações. Pequenas e médias empresas também podem se beneficiar desses insights para otimizar suas operações e estratégias de mercado. Investir em neurociência pode ser uma vantagem competitiva, permitindo uma compreensão mais profunda dos clientes e uma adaptação mais rápida às mudanças do mercado. A Católica de Santa Catarina – Centro Universitário e a franquia Super Cérebro uniram-se para lançar a pós-graduação em Neurociência Aplicada aos Negócios. Este curso incentiva a análise crítica nos profissionais, o que ajuda na tomada de decisões fundamentadas e precisas. Além disso, a pós-graduação tem o objetivo de aprimorar competências de liderança e gestão de conflitos por meio de soft skills, visando promover um ambiente de trabalho mais produtivo. Ao integrar princípios neurocientíficos, os profissionais poderão aprimorar seus negócios, resultando em melhores práticas. Para celebrar essa parceria, será disponibilizado um voucher de 20% de desconto em todas as mensalidades do curso.

Mercado de trabalho forte dos EUA contribui para confiança do Fed sobre inflação, diz dirigente

Prédio do Federal Reserve em Washington, nos EUA

O presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) de Richmond, Tom Barkin, afirmou nesta segunda-feira (6) que o mercado de trabalho dos Estados Unidos está “forte”, o que segundo ele dá ao Fed tempo para “ganhar confiança” de que a inflação de fato se move de modo sustentável para a meta de 2%. Em discurso no Rotary Club de Columbia, o dirigente disse ter “preocupações” sobre a demanda e a inflação, mas se diz “otimista” de que o nível atual dos juros possa conter a demanda e levar a inflação de volta ao objetivo do BC dos EUA. Com direito a voto nas decisões de política monetária neste ano, Barkin disse que, após dados de meses recentes, é natural ponderar se estamos passando por uma mudança real na perspectiva econômica ou apenas por sobressaltos esperados pela frente. Ele admitiu que dados de inflação do início do ano atual foram “desapontadores”, em quadro ainda de inflação elevada e que com isso “a missão não está cumprida”.A demanda segue robusta e o mercado de trabalho, “notavelmente resiliente”, acrescentou. A “força histórica” do mercado de trabalho deixa claro que os EUA não estão em recessão neste momento, avaliou, mas ele diz acreditar que o aperto monetário já adotado e mantido irá fazer a economia desacelerar mais. O impacto completo dos juros mais altos “ainda estão por vir”, acredita, mas acrescentando que, na sua visão, a economia deve estar menos vulnerável a esse quadro. Barkin comentou também que, na sua avaliação, não há superaquecimento da economia. Caso isso aconteça, o Fed sabe como agir, acrescentou. Se a economia desacelerar demais, o BC tem poder de fogo suficiente para apoiá-la, acrescentou. Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/

Taxa anual de inflação dos países da OCDE acelera a 5,8% em março

A taxa anual de inflação ao consumidor (CPI) dos países que integram a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) atingiu 5,8% em março, acelerando levemente ante 5,7% em fevereiro, de acordo com relatório divulgado pelo organismo nesta segunda-feira (6). Apenas a taxa anual do núcleo do CPI – que exclui as categorias voláteis de energia e alimentos – ficou inalterada de um mês para o outro, em 6,4%. No G20, grupo que reúne as 20 maiores economia do mundo, a taxa anual do CPI se manteve estável em março ante fevereiro, em 6,9%. Já no G7, o CPI anual subiu de 2,9% em fevereiro para 3,1% em março, detalhou a OCDE. Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/

75% das empresas não têm alguma certificação de sustentabilidade e ESG, diz pesquisa

Certificaçao Sustentabilidade

Para entender como os indicadores ambientais, sociais e de governança (ESG, na sigla em inglês) adotados por empresas brasileiras estão sendo percebidos pelos seus funcionários, a consultoria de inovação Tec Institute, realizou uma pesquisa online, em parceria com a MIT Tech Review Brasil, publicação do Instituto de Tecnologia de Massachusetts no país. Entre as conclusões, descobriu que 75% das organizações não possuem nenhuma certificação de sustentabilidade ou ESG. Quando realizadas por instituições sérias e criteriosas, as certificações demonstram um compromisso real da empresa com aquilo que a certificadora atesta, e são concedidas às empresas que atendem critérios rigorosos. Isso envolve a implementação de políticas e práticas corporativas que vão além do mínimo exigido por lei. No caso da sustentabilidade e dos aspectos ESG, as certificações são importantes para evitar que as empresas realizem greenwashing, ESGwashing, diversitywashing – ou seja, façam parecer em suas campanhas de marketing, publicidade e relações públicas que suas práticas ambientais, de ESG, ou diversidade e inclusão, por exemplo, sejam maiores e mais relevantes do que realmente são na prática. Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/

Balança comercial tem superávit de US$ 2,94 bilhões na 3ª semana de abril

A balança comercial brasileira registrou superávit comercial de US$ 2,940 bilhões na terceira semana de abril (dias 15 a 21). De acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) divulgados nesta segunda-feira, 22, o valor foi alcançado com exportações de US$ 8,015 bilhões e importações de US$ 5,076 bilhões. No mês, o superávit acumulado é de US$ 7,659 bilhões e no ano, de US$ 26,737 bilhões. Até a terceira semana do mês, a média diária das exportações registrou queda de 1% na comparação com a média diária do período em 2023, com recuo de US$ 112,7 milhões (-22,9%) em Agropecuária; crescimento de US$ 100,21 milhões (35,4%) em Indústria Extrativa e alta de US$ 3,19 milhões (0,4%) em produtos da Indústria de Transformação. As importações também tiveram queda, de 7,9% no período, igualmente na comparação pela média diária, com crescimento de US$ 6,09 milhões (31,6%) em Agropecuária; redução de US$ 26,53 milhões (-29,3%) em Indústria Extrativa e recuo de US$ 61,11 milhões (-6,5%) em produtos da Indústria de Transformação. fonte: infomoney